LOCAL:
SESC AQUIDABÃ – Av. Marechal Castelo Branco, nº. 336, Aquidabã, Salvador – BA (em frente ao viaduto do Aquidabã).
Data: 12, 13 e 14 de novembro de 2010
1-PROGRAMAÇÃO:
11 de novembro (Quinta-feira)
8h às 18h : Curso de Estadual de Arbitragem e Exame Estadual de Arbitragem SESC Aquidabã
12 de novembro (Sexta-Feira)
•14h Recepção e Credenciamento das Delegações:Hotel Sol Plaza Sleep
•15h às 18h Fórum: A Mulher no Judô de Alto Rendimento: Hotel Sol Plaza Sleep
•20h Congresso Técnico : Hotel Sol Plaza Sleep
13 de novembro (Sábado)
•6:30h às 7:00h Pesagem Extra-Oficial: Hotel Oficial e SESC Aquidabã
•7:00h às 7:30h Pesagem Oficial: Hotel Oficial e SESC Aquidabã
•8:15h Saída do local de hospedagem para o SESC Aquidabã
•8:45h Formação da Mesa, Desfile, Pronunciamentos e Homenagens SESC Aquidabã
•9:15h Juramento dos Atletas e Hei inicial SESC Aquidabã
•9:20h Inicio das Competições :Pré-Mirim, Mirim e Infanto-Juvenil (FEMININO)
•11:00h Pré-Juvenil e Juvenil (FEMININO)
•13:00h Júnior, Sênior e Máster (FEMININO)
•14:30h Festival Estadual de Judô Masculino (Todas as Categorias)
•20:00h Concurso da Garota Judoca 2010 e Confraternização com Música ao vivo
13 de dezembro (Domingo)
•8:00h Retorno das Delegações
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
13/10/2010 - Salvador recebe GP masculino a partir desta sexta-feira
A sétima edição do Grand Prix Nacional Masculino tem início nesta sexta-feira (15), em Salvador, na Bahia, no ginásio do Sesc Piatã. O maior é mais importante torneio interclubes por equipes do país reunirá neste ano 12 equipes da elite nacional na capital baiana até sábado, quando serão definidas quais times disputam as finais do torneio no próximo fim de semana (23), em São Paulo.
Disputam o Grand Prix 2010 a Associação de Judô Rogério Sampaio-SP, Belo Dente/Minas Tênis Clube-MG, Clube de Regatas Flamengo-RJ, FTC-BA, Grêmio Recreativo Barueri-SP, Jequiá-RJ, Oi/Sogipa-RS, Santo André-SP, São Caetano Unip-SP, Sesc-BA, Unisul-SC e Universidade Castelo Branco-RJ.
Os 12 clubes foram divididos em quatro grupos com três times. Os dois mais bem colocados avançam para a segunda fase, onde serão mais uma vez divididos em dois grupos. Após esta fase serão conhecidos os semifinalistas.
Em 2009, a equipe do Minas Tênis Clube conquistou o inédito campeonato do Grand Prix. Em seis edições foram dois títulos para o São Caetano e outros três para o Esporte Clube Pinheiros.
Uma das principais estrelas do Grand Prix neste ano será o campeão mundial Luciano Corrêa, do Minas. Para Luciano, o GP também é um evento que revela novos atletas.
“O Grand Prix é um torneio onde aparecem várias revelações do judô brasileiro e é a oportunidade de cada clube mostrar seu trabalho e talentos. Neste ano o evento promete uma disputa bem equilibrada e de bom nível técnico”, afirma o campeão mundial em 2007.
Fonte: http://cbj.dominiotemporario.com/cbj/?P=NoticiasList
Disputam o Grand Prix 2010 a Associação de Judô Rogério Sampaio-SP, Belo Dente/Minas Tênis Clube-MG, Clube de Regatas Flamengo-RJ, FTC-BA, Grêmio Recreativo Barueri-SP, Jequiá-RJ, Oi/Sogipa-RS, Santo André-SP, São Caetano Unip-SP, Sesc-BA, Unisul-SC e Universidade Castelo Branco-RJ.
Os 12 clubes foram divididos em quatro grupos com três times. Os dois mais bem colocados avançam para a segunda fase, onde serão mais uma vez divididos em dois grupos. Após esta fase serão conhecidos os semifinalistas.
Em 2009, a equipe do Minas Tênis Clube conquistou o inédito campeonato do Grand Prix. Em seis edições foram dois títulos para o São Caetano e outros três para o Esporte Clube Pinheiros.
Uma das principais estrelas do Grand Prix neste ano será o campeão mundial Luciano Corrêa, do Minas. Para Luciano, o GP também é um evento que revela novos atletas.
“O Grand Prix é um torneio onde aparecem várias revelações do judô brasileiro e é a oportunidade de cada clube mostrar seu trabalho e talentos. Neste ano o evento promete uma disputa bem equilibrada e de bom nível técnico”, afirma o campeão mundial em 2007.
Fonte: http://cbj.dominiotemporario.com/cbj/?P=NoticiasList
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Campeonato Mundial Sênior de Judô

O judô brasileiro será representado por 17 judocas no maior Campeonato Mundial Sênior de todos os tempos. São esperados em Tóquio, de 9 a 13 de setembro, 792 atletas de 101 países (números a confirmar no Congresso Técnico no dia 8/9 às 2h de Brasília). E os primeiros a pisar no tatame do Ginásio Nacional de Yoyogi são os pesos pesados Rafael Silva, Walter Santos, Maria Suellen Altheman e os meio-pesados Luciano Correa e Mayra Aguiar. Para o Brasil a competição começa no dia 8 às 22h de Brasília (10h do dia 9 de setembro no Japão).
“Já vivi todas as experiências em um Mundial: fui bronze, fui campeão e voltei de mão vazia. Essa bagagem me deixa mais tranquilo para lutar”, diz Luciano Correa, que ficou em terceiro lugar na sua estréia em mundiais, em 2005 no Cairo e venceu em 2007 no Rio de Janeiro. “Do Mundial de Roterdã em 2009 para cá investi bastante na parte técnica, sem descuidar do físico que sempre foi meu trunfo”, afirma o judoca brasiliense, atleta do Minas Tênis Clube.
A temporada de Luciano em 2010 não deixa mentir. Quinto colocado no ranking mundial, o meio-pesado brasileiro vem do título no Grand Slam de Moscou, quando passou pelo japonês Takamasa Anai, atual número um da lista.
“Essa é a prova da minha evolução técnica. Tinha lutado cinco vezes com o Anai sem conseguir aplicar nenhum golpe. Agora já sei o caminho”, avalia Luciano. “A maturidade vai ser importante para controlar a cabeça nesse mundial”, finaliza.
A experiência de Luciano e seus quatro mundiais contrasta com o novato Rafael Silva, recém saído do time júnior e um dos representantes do Brasil entre os peso pesados ao lado de Walter Santos (esteve no Mundial 2005).
“Vou encarar esse Mundial como um Grand Slam mais cheio”, decreta Rafael, 23 anos, ouro nos Jogos Pan-Americanos 2010 e na Copa do Mundo de Madrid, além de prata na Copa do Mundo de São Paulo também este ano. “O clima está ficando pesado”, brinca o atleta do Pinheiros/SP, 24o do ranking mundial, referindo-se ao fato de encontrar diariamente no hotel seus adversários na categoria. Walter Santos, da Sogipa/RS, é o 21o do
ranking.
Mas é da convivência com atletas consagrados como Luciano Correa, Flávio Canto, Tiago Camilo e Leandro Guilheiro que os novatos se inspiram.
“Converso muito com eles esses dias”, reconhece Rafael, animado pelo fato de lutar no Japão, o berço do judô mundial.
“Sempre que posso ouço a experiência da Rosi (Rosicleia Campos, técnica do feminino) e do Honorato (Carlos Honorato, medalhista olímpico e mundial e seu namorado)”, diz a outra estreante do dia, Maria Suellen Altheman, 22 anos e medalhista de prata no Grand Slam do Rio de Janeiro 2010. “Honorato sempre fala para, na hora da luta, eu só me preocupar comigo e confiar que sou melhor”, conta a 15a colocada do ranking mundial, atleta da Associação de Judô Rogério Sampaio/SP.
Prata (2008) e bronze (2009) no Campeonato Mundial Júnior, a gaúcha Mayra Aguiar volta o Mundial Sênior depois de ficar afastada por cirurgia no joelho entre 2008 e 2009. Seu último foi no Rio 2007.
“Mudou muita coisa de lá para cá: as regras do esporte, a minha categoria... acho que todas as mudanças foram para melhor”, diz a judoca da Sogipa/RS, bronze no Grand Slam do Rio de Janeiro e ouro na Copa do Mundo de Budapeste,ambas em 2010, já na categoria até 78kg. Mayra ocupa a 14a colocação no ranking mundial.
Esse será o primeiro Campeonato Mundial já valendo pontos para o ranking de classificação olímpica (ouro 500 pontos, prata 300 pontos, bronze 200 pontos, quinto lugar 100 pontos, sétimo lugar 80 pontos). Se os Jogos de Londres fossem hoje, todos os atletas convocados para Tóquio estariam dentro do índice determinado (entre as 13 melhores no feminino e os 22 melhores do mundo no masculino, em alguns casos, levando em consideração os descartes).
Diferentemente dos anos anteriores, a vaga para Londres 2012 são do atleta e não mais do país. Por conta disso, a Federação Internacional de judô autorizou a participação de dois atletas por país em todas as categorias. O Brasil vai com “chance dobrada” de medalha no meio-médio masculino (Flávio Canto e Leandro Guilheiro), médio masculino (Tiago Camilo e Hugo Pessanha) e pesado masculino (Walter Santos e Rafael Silva). Os convocados são: Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg), Bruno Mendonça (73kg), Leandro Guilheiro e Flávio Canto (81kg), Tiago Camilo e Hugo Pessanha (90kg), Luciano Correa (100kg), Walter Santos e Rafael Silva (+100kg); Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mariana Silva (63kg), Maria Portella (70kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suellen Altheman (+78kg).
O Brasil soma 19 medalhas em Campeonatos Mundiais Sênior de Judô: 4 ouros, 2 pratas e 13 bronzes. Nas duas últimas vezes em que o Campeonato Mundial Sênior foi disputado no berço do judô mundial, o Brasil subiu ao pódio: bronze em Osaka 2003 com Mario Sabino, Carlos Honorato e Edinanci Silva e bronze em Tóquio 1995 com Danielle Zangrando.
Manoela Penna, de Tóquio
Fonte: http://cbj.dominiotemporario.com/cbj
Programação:
http://esporte.uol.com.br/lutas/judo/mundial/2010/programacao/index.jhtm
Chaves:
http://217.79.182.227/www.judo-world.net/ijf/world/wc2010/tta_menue.php?modus=1024&sprache=english
Assistir ao vivo:
http://aovivo.esporteinterativo.terra.com.br/
“Já vivi todas as experiências em um Mundial: fui bronze, fui campeão e voltei de mão vazia. Essa bagagem me deixa mais tranquilo para lutar”, diz Luciano Correa, que ficou em terceiro lugar na sua estréia em mundiais, em 2005 no Cairo e venceu em 2007 no Rio de Janeiro. “Do Mundial de Roterdã em 2009 para cá investi bastante na parte técnica, sem descuidar do físico que sempre foi meu trunfo”, afirma o judoca brasiliense, atleta do Minas Tênis Clube.
A temporada de Luciano em 2010 não deixa mentir. Quinto colocado no ranking mundial, o meio-pesado brasileiro vem do título no Grand Slam de Moscou, quando passou pelo japonês Takamasa Anai, atual número um da lista.
“Essa é a prova da minha evolução técnica. Tinha lutado cinco vezes com o Anai sem conseguir aplicar nenhum golpe. Agora já sei o caminho”, avalia Luciano. “A maturidade vai ser importante para controlar a cabeça nesse mundial”, finaliza.
A experiência de Luciano e seus quatro mundiais contrasta com o novato Rafael Silva, recém saído do time júnior e um dos representantes do Brasil entre os peso pesados ao lado de Walter Santos (esteve no Mundial 2005).
“Vou encarar esse Mundial como um Grand Slam mais cheio”, decreta Rafael, 23 anos, ouro nos Jogos Pan-Americanos 2010 e na Copa do Mundo de Madrid, além de prata na Copa do Mundo de São Paulo também este ano. “O clima está ficando pesado”, brinca o atleta do Pinheiros/SP, 24o do ranking mundial, referindo-se ao fato de encontrar diariamente no hotel seus adversários na categoria. Walter Santos, da Sogipa/RS, é o 21o do
ranking.
Mas é da convivência com atletas consagrados como Luciano Correa, Flávio Canto, Tiago Camilo e Leandro Guilheiro que os novatos se inspiram.
“Converso muito com eles esses dias”, reconhece Rafael, animado pelo fato de lutar no Japão, o berço do judô mundial.
“Sempre que posso ouço a experiência da Rosi (Rosicleia Campos, técnica do feminino) e do Honorato (Carlos Honorato, medalhista olímpico e mundial e seu namorado)”, diz a outra estreante do dia, Maria Suellen Altheman, 22 anos e medalhista de prata no Grand Slam do Rio de Janeiro 2010. “Honorato sempre fala para, na hora da luta, eu só me preocupar comigo e confiar que sou melhor”, conta a 15a colocada do ranking mundial, atleta da Associação de Judô Rogério Sampaio/SP.
Prata (2008) e bronze (2009) no Campeonato Mundial Júnior, a gaúcha Mayra Aguiar volta o Mundial Sênior depois de ficar afastada por cirurgia no joelho entre 2008 e 2009. Seu último foi no Rio 2007.
“Mudou muita coisa de lá para cá: as regras do esporte, a minha categoria... acho que todas as mudanças foram para melhor”, diz a judoca da Sogipa/RS, bronze no Grand Slam do Rio de Janeiro e ouro na Copa do Mundo de Budapeste,ambas em 2010, já na categoria até 78kg. Mayra ocupa a 14a colocação no ranking mundial.
Esse será o primeiro Campeonato Mundial já valendo pontos para o ranking de classificação olímpica (ouro 500 pontos, prata 300 pontos, bronze 200 pontos, quinto lugar 100 pontos, sétimo lugar 80 pontos). Se os Jogos de Londres fossem hoje, todos os atletas convocados para Tóquio estariam dentro do índice determinado (entre as 13 melhores no feminino e os 22 melhores do mundo no masculino, em alguns casos, levando em consideração os descartes).
Diferentemente dos anos anteriores, a vaga para Londres 2012 são do atleta e não mais do país. Por conta disso, a Federação Internacional de judô autorizou a participação de dois atletas por país em todas as categorias. O Brasil vai com “chance dobrada” de medalha no meio-médio masculino (Flávio Canto e Leandro Guilheiro), médio masculino (Tiago Camilo e Hugo Pessanha) e pesado masculino (Walter Santos e Rafael Silva). Os convocados são: Felipe Kitadai (60kg), Leandro Cunha (66kg), Bruno Mendonça (73kg), Leandro Guilheiro e Flávio Canto (81kg), Tiago Camilo e Hugo Pessanha (90kg), Luciano Correa (100kg), Walter Santos e Rafael Silva (+100kg); Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Rafaela Silva (57kg), Mariana Silva (63kg), Maria Portella (70kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suellen Altheman (+78kg).
O Brasil soma 19 medalhas em Campeonatos Mundiais Sênior de Judô: 4 ouros, 2 pratas e 13 bronzes. Nas duas últimas vezes em que o Campeonato Mundial Sênior foi disputado no berço do judô mundial, o Brasil subiu ao pódio: bronze em Osaka 2003 com Mario Sabino, Carlos Honorato e Edinanci Silva e bronze em Tóquio 1995 com Danielle Zangrando.
Manoela Penna, de Tóquio
Fonte: http://cbj.dominiotemporario.com/cbj
Programação:
http://esporte.uol.com.br/lutas/judo/mundial/2010/programacao/index.jhtm
Chaves:
http://217.79.182.227/www.judo-world.net/ijf/world/wc2010/tta_menue.php?modus=1024&sprache=english
Assistir ao vivo:
http://aovivo.esporteinterativo.terra.com.br/
Brasil em terceiro lugar de 111 países por medalhas conquistadas!
Masculino:
81kg: Leandro Guilheiro – prata
66kg: Leandro Cunha – prata
+100kg: Rafael Silva – 5o lugar
81kg: Flávio Canto – 5o lugar
90kg: Tiago Camilo – 7o lugar
Feminino:
78kg: Mayra Aguiar – prata
48kg: Sarah Menezes – bronze
52kg: Erika Miranda – 5o lugar
terça-feira, 3 de agosto de 2010
CAMPEONATO PANAMERICANO INFANTIL
PARABÉNS A BIANCA, AO SENSEIS PAULO E THIAGO FRAGA, AOS PAIS DE BIANCA E A TODOS QUE DE ALGUMA FORMA CONTRIBUÍRAM E CONTRIBUEM PARA ESSAS CONQUISTAS.


segunda-feira, 19 de julho de 2010
Copa do Mundo por Equipes transformará o judô em esporte coletivo
O judô é tradicionalmente um esporte individual, mas, tem o poder de se transformar em esporte coletivo quando chega a hora de competições como a Copa do Mundo por Equipes, que terá sua fase classificatória nos dias 23 e 24 de julho em Belo Horizonte e finais de 29 a 31 do mesmo mês na Bahia. A Copa do Mundo por Equipes reunirá oito das principais escolas do judô mundial: Brasil, Japão, Coréia, França, Grã-Bretanha, Itália, Espanha e Portugal.
Leandro Guilheiro vai lutar o evento em BH e SalvadorMas, o que muda na cabeça de um judoca que está acostumado a competir todo o tempo buscando o resultado de maneira individual? Para o medalhista olímpico Leandro Guilheiro, bronze em Atenas 2004 e Pequim 2008, a mudança está na estratégia de luta.
“Na hora da luta você está sozinho na área de competição com o adversário, mas, o que diferencia o torneio por equipes de um campeonato tradicional é a estratégia. É preciso pensar na vitória coletiva, então, às vezes é mais válido lutar de maneira conservadora para garantar o ponto para sua equipe do que arriscar tudo e acabar ficando sem pontuar”, explica Leandro Guilheiro, que foi campeão do Grand Prix Nacional Interclubes com o Pinheiros, mas não tem título pela seleção num evento de equipes.
Para o judoca, o grande atrativo de uma competição por equipes é o espírito de união que contagia todos os atletas envolvidos.
“Já vi muito atleta de nível técnico inferior vencer em torneio de equipe justamente pela motivação de fazer parte de um grupo, de lutar por um objetivo coletivo. A torcida dos companheiros do lado de fora faz toda diferença”, conta Guilheiro, que terá como companheiros de equipe Leandro Cunha (-66kg), Alex Pombo (-66kg), Bruno Mendonça (-73kg), Flávio Canto (-81kg), Tiago Camilo (-90kg), Hugo Pessanha (-90kg), Luciano Corrêa (+90kg), Walter Santos (+90kg) e Rafael Silva (+90kg).
Principal adversário dos brasileiros na competição, o Japão confirmou a presença de uma das suas maiores estrelas para a disputa da Copa do Mundo por Equipes. O bicampeão mundial Yasuyuki Muneta, de 29 anos, representará o país do sol nascente na categoria acima de 90kg. Além de Muneta, lutam o evento Masashi Kodera (-66kg), Tatsuaki Egusa (-66kg), Riki Nakaya (-73kg), Ryo Saito (-73kg), Masahiko Tomouch (-81kg), Masashi Nishiyama (-90kg) e Masaru Momose (+90kg).
O Brasil realizará pela primeira vez uma Copa do Mundo por Equipes. o país já recebeu praticamente todas as competições mais importantes da modalidade: Campeonato Mundial, Grand Slam, Copa do Mundo, Campeonato Pan-Americano, Campeonato Sul-Americano. A realização da Copa por Equipes visa credenciar o país para receber o Mundial por Equipes.
“Estamos no mesmo processo que fizemos com a Copa do Mundo individual, antes de receber o Grand Slam e a Copa do Mundo FIJ. Organizamos durante dois anos, em Belo Horizonte, uma competição de altíssimo nível, que reforçou perante a Federação Internacional de Judô a capacidade de organização do Brasil para eventos deste porte”, explica o presidente da CBJ, Paulo Wanderley Teixeira. “Nosso objetivo maior é trazer para o Brasil o Mundial por Equipes”, acrescenta.
O Mundial por Equipes da FIJ, desde 2008, é realizado anualmente (antes ele existia a cada dois anos) e as melhores seleções de cada continente têm participação garantida. A FIJ tenta ainda, junto ao Comitê Olímpico Internacional, que a competição por equipes seja incluída no programa dos Jogos a partir de 2016.
Desde o maior campeonato Mundial Sênior da História, em 2007, no Rio de Janeiro, o Brasil recebeu duas edições do Grand Slam da FIJ (2009 e 2010, no Rio) e da Copa do Mundo FIJ (2009, em Belo Horizonte, e 2010, em São Paulo). O contrato para os eventos da Federação Internacional de Judô, ambos contando pontos para a classificação olímpica e fazendo parte do Circuito Mundial, vai até 2012. O Brasil é ainda candidato a receber, em 2013, o Mundial Sênior, no Rio de Janeiro ou São Paulo. Em 2011, o Brasil pode receber ainda o Campeonato Mundial de Veteranos e Kata e foi indicado pela FIJ a sediar o Masters, competição que reúne os 16 judocas mais bem colocados no ranking mundial na temporada.
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Japão é campeão e Brasil fica com o bronze na Copa do Mundo por Equipes
Mais de 2 mil torcedores lotaram neste sábado (31) a Arena montada no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, e assistiram o Japão ser o primeiro campeão da história da Copa do Mundo por Equipes. A equipe niponica ficou com o ouro ao bater na final a Coréia do Sul por 2 a 1. O Brasil conquistou o bronze ao vencer Portugal por 4 a 0. A Copa do Mundo por Equipes reuniu oito das principais escolas do judô mundial durante cinco dias de competição. A primeira fase foi disputada em Belo Horizonte, enquanto Salvador teve a honra de receber a grande final.
Na disputa do bronze, o Brasil estreou com vitória de Bruno Mendonça (-73kg) por yuko sobre Jorge Fernandes. Na luta seguinte, o baiano Maicon França (-81kg) empatou com João Neto. O Brasil fez 2 a 0 com Tiago Camilo, que bateu Diogo Lima por yuko. Na luta seguinte, Luciano Corrêa (+90kg) levantou a torcida com um ippon em João Taveira e Alex Pombo (-66kg) fechou o placar em 4 a 0 com ippon em Sergiu Oleinic.
“O evento foi de alto nível, com a maioria dos atletas que estão aqui confirmados no Campeonato Mundial do Japão, em setembro. É muito legal competir por equipes, onde a torcida vê o Brasil enfrentando uma outra nação. O envolvimento dos torcedores e dos atletas é diferente. O judô é um esporte individual, mas neste tipo de torneio mostra o quanto cada parte do grupo é importante. O torneio por equipes é a prova de quanto cada um precisa do outro no dia a dia”, diz o campeão mundial Luciano Corrêa.
“O evento foi de alto nível, com a maioria dos atletas que estão aqui confirmados no Campeonato Mundial do Japão, em setembro. É muito legal competir por equipes, onde a torcida vê o Brasil enfrentando uma outra nação. O envolvimento dos torcedores e dos atletas é diferente. O judô é um esporte individual, mas neste tipo de torneio mostra o quanto cada parte do grupo é importante. O torneio por equipes é a prova de quanto cada um precisa do outro no dia a dia”, diz o campeão mundial Luciano Corrêa.
A final entre Japão e Coréia do Sul foi emocionante. Após o empate na primeira rodada entre o japonês Riki Nakaya (-73kg) e o coreano Gui-Man Bang, a Coréia fez 1 a 0 no placar com Ki-Chun Wang (-81kg), que foi favorecido por um golpe inválido de Masahiko Tomouchi. Na sequência, Masashi Nishiyama bateu o coreano o atual campeão mundial Kyu-Won Lee por wazari. O Japão chegou ao segundo ponto com Yasuyuki Muneta (+90kg), que venceu por ippon Sung-Min Kim. Na última luta, Tatsuaki Egusa e o campeão olímpico Min-Ho Choi empataram.
“Gostei da competição e o nível foi muito bom. O Japão teve muita união e estratégia para ser campeão desta Copa do Mundo”, diz o bicampeão mundial Yasuyuki Muneta.
Tabela fase de classificação
1º JPN - 19 pontos, 26 vitórias
2º KOR - 19 pontos, 24 vitórias
3º BRA - 15 pontos, 23 vitórias
4º POR - 9 pontos, 13 vitórias
5º ITA - 9 pontos, 12 vitórias
6º ESP - 9 pontos, 11 vitórias
7º GBR - 3 pontos, 9 vitórias
8º FRA - 0 ponto, 6 vitórias
“Gostei da competição e o nível foi muito bom. O Japão teve muita união e estratégia para ser campeão desta Copa do Mundo”, diz o bicampeão mundial Yasuyuki Muneta.
Tabela fase de classificação
1º JPN - 19 pontos, 26 vitórias
2º KOR - 19 pontos, 24 vitórias
3º BRA - 15 pontos, 23 vitórias
4º POR - 9 pontos, 13 vitórias
5º ITA - 9 pontos, 12 vitórias
6º ESP - 9 pontos, 11 vitórias
7º GBR - 3 pontos, 9 vitórias
8º FRA - 0 ponto, 6 vitórias
Fonte: http://www.bjwt.com.br/
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Artigo – O peso da ansiedade antes das lutas
by Leandro Paiva
De modo geral, na literatura científica na área de Psicologia do Esporte, encontramos informações nas quais se observa que a ansiedade nas lutas, quando moderada, é até desejável. O que ocorre é que níveis moderados de ansiedade aumentam o estado de alerta do atleta, aumentando o foco, atenção e concentração.
Esses estados são correlacionados a melhor desempenho e, por isso, os lutadores devem ser ensinados para perceber que nível moderado de ansiedade é, de fato, boa condição para o(s) combate(s) que se aproxima. Entretanto, situação totalmente inversa pode ser observada no caso de ansiedade excessiva (denominada de ansiedade somática), principalmente quando acentuam os sinais físicos em resposta à ansiedade.
Geralmente se observam sinais como: aceleração excessiva e/ou repentina dos batimentos cardíacos, aumento da pressão sangüínea, aumento da tensão muscular, dificuldades respiratórias, sudorese excessiva, enjôos e náuseas.
O período pré-competitivo pode influenciar diretamente o atleta, pois eleva alguns estados subjetivos promovendo reflexão, auto-avaliação, comparações, pré-julgamentos em relação ao(s) adversário(s) e problemas a serem superados. Nesse contexto, podem surgir inseguranças, receios, convicções e/ou certezas que são responsáveis pela manifestação do estado de ansiedade positiva ou negativa.
Em pesquisas com atletas de Jiu-Jítsu, MMA, Judô, Luta Olímpica, além de outras modalidades, sobre a influência da ansiedade logo antes de o lutador entrar para competir, também denominada de ansiedade pré-competitiva, foi observado algo surpreendente: a ansiedade pré-combate era algo discriminante, ou seja, os atletas que reportaram estado emocional calmo antes de competir, em geral, obtiveram classificação de primeiro lugar. Os que reportaram estado de ansiedade excessiva, obtiveram classificação de segundo e terceiro lugares, ou mais atrás ainda (quarto, quinto, etc.).
Em estudo recente (Bernardi, 2009), foi investigado o nível de ansiedade em atletas de Jiu-Jítsu pré-competição. A pesquisa foi realizada com 32 atletas, sendo 7 do sexo feminino e 25 atletas do sexo masculino.
Para diagnosticar o nível de ansiedade durante a competição, foi utilizado um teste de ansiedade. Verificou-se que desse total de 32 atletas, 34% demonstrou nível de ansiedade mínimo, 38% apresentou nível leve, 25% nível moderado e 3% nível grave de ansiedade. Baseado nisso, percebemos que a maioria dos lutadores entrevistados apresentaram nível leve de ansiedade. Acreditamos que, possivelmente, esses resultados poderiam ser diferentes se o autor desse estudo aplicasse o teste antes de os atletas entrarem para competir, ao invés de realizar dias após, com menos influência de toda “pressão” observada no local de competição.
Entretanto, o fato de a maioria dos atletas apresentarem níveis leves de ansiedade pode ser creditado também ao “ritmo” constante de participação em competições, ou seja, eles já estavam mais familiarizados com as situações competitivas, gerando menos situações de estresse relacionadas às competições.
Referência: Bernardi, M. Nível de ansiedade em atletas de jiu-jitsu pré-competição. Pesquisa apresentada no Centro de Filosofia e Educação da Universidade de Caxias do Sul, 2009.
Leandro Paiva é professor de educação física e autor do livro Pronto Pra Guerra. Já auxiliou na preparação de atletas de ponta como Ricardo Arona e Bibiano Fernandes. Para saber mais sobre o autor e o livro entre em http://www.prontopraguerra.com.br/
Fonte: http://www.portaldojudo.com/?p=9537
segunda-feira, 7 de junho de 2010
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